Nesta data comemoro mais um ano de existência com altos e baixos( que fazem parte), mas com a satisfação de nascer em uma data importante celebrada mundialmente.
O primeiro marco deste dia é a Queda da Bastilha, uma fortaleza-prisão construída por Carlos V, simbolo do despotismo,foi invadida pela multidão parisiense a fim de brigar e lutar pelos seus direitos, ocasionando a Revolução Francesa comemorada como data principal por lá.
A outra é a "Liberdade de Expressão" desejada por muitos e camufladas por outros que não desejam que ela seja encontrada e apreciada. (Poderia fazer um belo discurso sócio-político, mas fica para a próxima...)
No mais, agradeço a Deus por nascer e compartilhar esta data tão significativa mundialmente, com tantos fatos e acontecimentos, agora, só resta eu continuar escrevendo a minha história...
sábado, 14 de julho de 2007
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Da seta para o alvo

A Seta e o Alvo
Eu falo de amor à vida,
Eu falo de amor à vida,
Você de medo da morte.
Eu falo da força do acaso
E você de azar ou sorte.
Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta.
Te chamo pra festa,
Mas você só quer atingir sua meta.
Sua meta é a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros.
Eu digo: "Te amo!"
E você só acredita quando eu juro.
Eu lanço minha alma no espaço,
Você pisa os pés na terra.
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era.
E o que era?
Era a seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Eu grito por liberdade,
Você deixa a porta se fechar.
Eu quero saber a verdade
E você se preocupa em não se machucar.
Eu corro todos os riscos,
Você diz que não tem mais vontade.
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade.
É a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa não te espera!
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Sempre a meta de uma seta no alvo,
Mas o alvo, na certa, não te espera.
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?
Composição: Paulinho Moska e Nilo Romero
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