Qualquer coisa,
Qualquer coisa que liberte dessa solidão,
Qualquer coisa,
Qualquer coisa,
Os dias passam e as horas urgem em ti ver,
E nos segundos de eternidade só,
Não degela a vontade de esquecer,
Qualquer coisa,
Qualquer coisa que liberte dessa escuridão,
Qualquer coisa.
De que vale o sol lá fora,
Se o frio que ficou,
me transporta pra história,
de lembranças de que me faz sentir,
Qualquer coisa,
Qualquer coisa que liberte minha emoção,
Qualquer coisa,
Qualquer coisa,
E por poucas penas nem vôo tão alto por nós,
Mas persisto em cantar no silêncio vazio da voz,
Que implora,
Qualquer coisa.
( André Oroz/ Thiago Persan)
segunda-feira, 24 de março de 2008
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2 comentários:
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